Segunda-feira, 22 de Abril de 2019

Anedota 416 Mas assim só tu é que sentes prazer

Um homenzinho chega a casa e avisa a mulher para fazer o jantar mais cedo, para tomar banho, para se perfumar, pôr-se toda jeitosa e ir para a cama e que esperasse lá por ele que ele tinha visto uma coisa num filme que era capaz de ser engraçada experimentarem.

A mulher ficou curiosa e perguntou-lhe que raio de coisa era aquela que ele tinha visto no filme.

E ele lá lhe explicou que tinham de arrastar a cama para a frente da porta do quarto, que ela tinha de estar muito quietinha lá na cama à espera dele porque ele ia vir a correr desde a ponta do corredor, saltar por cima da cama e depois que lá se iam ajeitar para fazerem aquilo …

Ela concordou … Comeram, ela lavou-se, penteou-se, perfumou-se e foi deitar-se.

Ele foi para o fundo do corredor todo armado em atleta, ia a chegar à porta do quarto, mesmo quando ele se estava a preparar para saltar atravessa-se-lhe o gato à frente.

Coitado do homem nunca tinha dado um trambolhão tão grande, manda uma cabeçada no fundo da cama e fica ali a gemer como um perdido :
– Ai ai ai ai !

Vira-se a mulher muito má para ele :
– Ouve lá! Mas afinal que raio de queca é esta que só tu é que sentes ?

publicado por lino47 às 01:38
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Sábado, 20 de Abril de 2019

Anedota 415 Dois Namorados na Montanha

namorar.png

 

Casal de namorados faz passeio na montanha

Dois jovens namorados fazem um passeio na montanha, durante o Inverno.

À tarde, o rapaz vai à procura de lenha para fazer uma fogueira.

Quando volta diz à namorada:
– Querida, tenho as mãos geladas!!!

Responde a namorada:
– Põem-nas entre as minhas pernas. Elas aquecerão!

No dia seguinte, ele vai procurar mais lenha para a fogueira e quando regressa, diz outra vez:
– Querida, tenho as mãos geladas!!!

Responde a namorada:
– Põem-nas entre as minhas pernas. Elas aquecerão!

Depois do jantar, ele volta a ir procurar mais lenha e quando regressa, diz outra vez:
– Querida, tenho as mãos geladas!!!

Responde a namorada:
– Pelo amor de Deus, homem!! Será que nunca tens frio nas orelhas?!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Olá, bom dia.
Está aqui o Facebook a perguntar-me o que é que estou a pensar.
Podia responder que estou a pensar em muita coisa, inclusivamente na morte da bezerra, mas não.
Estou a pensar que faz hoje cento e nove anos que meia dúzia de homens com eles no sítio resolveram subir às varandas do Edifício da Câmara Municipal de Lisboa e dizer ao mundo que a monarquia em Portugal tinha dado o suspiro final.
Ou se quiserem podem dizer que a monarquia tinha dado o peido mestre.
Durante ainda um largo período houve uns tantos saudosistas e privilegiados que tentaram por todos os meios ao seu alcance fazer a história recuar.
Houveram golpes, assassinatos, ditadores que sendo republicanos julgaram que nada tinha mudado, mas estava lançada uma nova forma de governar um país que se queria livre e democrático.
Ainda hoje, mais de cem anos depois há muitos revanchistas, revivalistas e outros saudosistas que nem sabem bem porque o são, que lutam para o regresso ao passado, à fome e à miséria da época.
Há uns anos, mesmo no tempo da ditadura fascistoide ainda havia alguns que ainda tinham memória e juntavam-se em homenagem aos que se sacrificaram e deram a vida para que a instauração da república fosse um facto.
Aquilo que a ditadura fascistoide não conseguiu acabar, a democracia a pouco e pouco conseguiu e hoje, ao que parece, a homenagem ao dia da instauração de República em Portugal, tal como a velhinha fonte de que reza a lenda morreu de saudade.  

publicado por lino47 às 20:25
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Sexta-feira, 19 de Abril de 2019

Anedota 414 A pecadora e o padre

 

 

 

Anedota: A pecadora e o Padre

– Padre, perdoa-me porque pequei (voz feminina)

– Diga-me filha – quais são os teus pecados?

– Padre, o demonio da tentação apoderou-se de mim, pobre pecadora.

– Como é isso filha?

– É que quando falo com um homem, tenho sensações no corpo que não saberia descrever…

– Filha, apesar de padre, eu também sou um homem…

– Sim, padre, por isso vim confessar-me contigo.

– Bem filha, como são essas sensações?

– Não sei bem como explicá-las – neste momento meu corpo se recusa a ficar de joelhos e necessito ficar mais a vontade.

– Sério??

– Sim, desejo relaxar – o melhor seria deitar-me…

– Filha, deitada como?

– De costas para o piso, até que passe a tensão…

– E que mais?

– É como um sofrimento que não encontro palavras.

– Continue minha filha.

– Talvez um pouco de calor me alivie…

– Calor?

– Calor padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer…

– E com que frequência é essa tentação?

– Permanente padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me dariam muito alívio…

– Filha?!

– Sim padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e me dê o alívio de que necessito…

– Por exemplo, eu?

– Sim padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar.

– Perdoa-me minha filha, mas preciso saber tua idade…

– Setenta e quatro, padre.

– Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo.

publicado por lino47 às 19:27
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Domingo, 14 de Abril de 2019

Anedota 413 A traulitada

Duas mulheres na conversa:
– E ontem, fizeste amor, como foi?

– Uma catástrofe!

O Meu marido chegou do trabalho, jantou em 3 minutos, depois tivemos sexo durante 4 minutos e após 2 minutos, ele já estava a dormir!

E tu, fizeste amor, como correu?
– Foi fantástico!

O Meu marido foi SUPER ROMÂNTICO.

Chegou em casa levou-me para jantar fora e depois passeamos à pé, durante 1 hora até voltarmos para casa.

Após 1 hora de preliminares à luz de velas, fizemos amor durante 1 hora e, no fim, ainda conversamos durante mais 1 hora!

Os dois maridos na conversa:
– Então páh… sempre deste uma traulitada na Maria ontem?

– Sem dúvida, e foi excelente mesmo!

Cheguei em casa e o jantar estava na mesa, jantei, dei uma mesmo rapida e dormi como uma pedra!

E tu, deste-lhe forte?
– Nem fales, foi terrível!

Cheguei em casa e não havia energia.

Tive que levar a minha mulher para jantar fora.

A comida foi uma porcaria e caríssima, tão cara que fiquei sem dinheiro para o metro na vinda embora.

Tivemos de voltar a pé, chegamos a casa e como ainda não havia eletricidade, nem TV nem nada, acendemos umas velas para não estar às escuras!

Fiquei mesmo aborrecido e irritado, ela começou a esfregar-se mas precisei de 1 hora para fazer o bicho acordar e mais outra para conseguir ir aos finalmente.

Fiquei tão liixada que perdi o sono e tive de aguentar mais uma hora de conversa fiada.

publicado por lino47 às 00:18
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